Frentista enche tanque de caminhão — Foto: Federico Parra/AFP

Por G1 MT

O pedido foi feito na semana passada e ainda não teve uma resposta por parte do governo, de acordo com o sindicato.

Ainda conforme o sindicato, muitos profissionais estão afastados do trabalho por conta da doença. São mais de 15 mil trabalhadores de mil postos no estado.

Para o Sindipetróleo, a categoria atua em um serviço essencial à população pois mantém o funcionamento das cidades ao realizar o abastecimento e, por consequência, necessita de proteção adicional no desempenho das funções, pois atende a todos que atuam na linha de frente do combate à doença.

O diretor-executivo do Sindipetróleo, Nelson Soares Junior, argumenta que os frentistas realizam ‘um papel fundamental para a sociedade em rodovias e estabelecimentos nas cidades estando expostos ao vírus’.

“São essenciais para o transporte de cargas e serviços de saúde e segurança. Quem atua no combate à pandemia depende do atendimento do trabalhador de postos para continuar os serviços. A atividade os expõem a uma possibilidade muito maior de contaminação, seja no manuseio de chaves ou equipamentos para recebimento de pagamentos ou manuseio de dinheiro”, declarou o diretor.