Ana Lúcia Alves Moreira Brandão, de 35 anos — Foto: Arquivo Pessoal

Ana Lúcia Alves Moreira Brandão, de 35 anos, descobriu que possui uma doença rara chamada esclerose múltipla. Ela é natural de Cáceres, mas mora em Cuiabá e, na pandemia da Covid-19, ficou desempregada. Decidiu então criar uma vaquinha online para pagar tratamento de R$64 mil.

Ela conta que durante toda a vida sempre foi uma pessoa saudável e que em 2017 começou a ter sintomas atípicos. Decidiu ir ao médico e foi diagnosticada com labirintite. Mesmo com os remédios, Ana não melhorava e os sintomas começaram a ficar mais fortes, teve uma paralisia em um dos lados do rosto e o quadro de saúde piorou.

Após ir ao médico de novo, foi recomendada por um neurologista a fazer uma ressonância magnética. No dia 15 de fevereiro ela foi diagnosticada com esclerose múltipla, uma doença rara em que as lesões nos nervos causam distúrbios na comunicação entre o cérebro e o corpo e que pode durar anos ou a vida inteira.

Segundo o médico, o único remédio que funcionaria no caso de Ana é o Ocrelizumade e teria que tomar a cada 6 meses. O problema é o valor do medicamento, já que duas doses custam R$ 64 mil.

Ana e o marido, Paulo Ricardo de Souza Brandão, de 32 anos — Foto: Arquivo Pessoal

Ana e o marido, Paulo Ricardo de Souza Brandão, de 32 anos — Foto: Arquivo Pessoal

Ana disse que tentou conseguir o remédio pelo Sistema Único de Saúde (SUS), mas o medicamento não está disponível. Com isso, eles criaram uma vaquinha para conseguir comprar as doses e iniciar o tratamento.

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