Na imagem, deputado Daniel Silveira (PSL-RJ)

DIVULGAÇÃO/CÂMARA DOS DEPUTADOS

Grupo aprovou, por 15 votos a 1, pela admissibilidade de representação por causa de gravação de reunião sigilosa

 Plínio Aguiar, do R7

O Conselho de Ética da Câmara dos Deputados aprovou, por 15 votos a 1, nesta terça-feira (9), pela admissibilidade da primeira representação contra o deputado federal Daniel Silveira (PSL-RJ).

A representação diz respeito a uma gravação, feita por Silveira, de uma reunião sigilosa do PSL no interior da Câmara dos Deputados. Na ocasião, o parlamentar admitiu que gravou encontro em que o líder do partido, delegado Waldir (GO), afirmou que ia “implodir” o presidente Jair Bolsonaro (sem partido). O caso foi revelado pela Record TV e pelo R7.

O processo pode levar, ao todo, cerca de 60 dias e pode gerar punições contra Silveira, como suspensão ou mesmo a cassação do mandato – medidas que precisariam ser aprovadas pelo plenário da Câmara com no mínimo 257 votos.

Silveira foi preso no dia 16 de fevereiro após divulgar vídeo com ofensas a ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) e fazendo apologia ao AI-5, medida da ditadura militar que representou o período de maior repressão. Com o processo, o deputado fica afastado do cargo.

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