Sergio Roberto / Enfoque Business  Por DS

A informação é do Executivo Municipal, após deliberação em reunião com os representantes do setor no final da tarde desta segunda, 15, na prefeitura

A retomada das atividades do setor de eventos em Tangará da Serra dependerá de parecer do Comitê Interinstitucional de Prevenção e Monitoramento ao Coronavírus em reunião na próxima sexta-feira, 19. A informação é do Executivo Municipal, após deliberação em reunião com os representantes do setor no final da tarde desta segunda, 15, na prefeitura.

Conforme lideranças do segmento, durante a reunião ficou formalizado ao Executivo pedido de autorização para retorno das atividades. Foi alegado, na oportunidade, grandes prejuízos e desemprego gerados com a suspensão dos shows e eventos na cidade.
Outra reivindicação entregue ao Executivo foi sobre a possibilidade de isenção/anistia de tributos municipais durante o período de quase um ano de paralisação. O pedido será analisado pela Secretaria Municipal de Fazenda, com parecer do Departamento Jurídico.
Segundo o superintendente de governo Alysson Rodrigues Vargas, após a manifestação do Comitê, em caso de sinal verde para o retorno das atividades, haverá nova reunião com os representantes do setor.
Situação – Há 10 meses com atividades suspensas em razão da pandemia do novo coronavírus, a classe de produtores de eventos, proprietários de casas de shows, cantores, músicos, seguranças e outros profissionais que atuam no setor deflagraram uma mobilização, com abaixo assinado, para retornarem ao trabalho.
Cerca de 500 pessoas já assinaram o pedido petição e declararam apoio ao movimento, principalmente nas redes sociais.
Os eventos não são autorizados desde abril do ano passado (à exceção do mês de dezembro, quando houve flexibilização) e os empresários e profissionais que atuam nesse segmento sentem fortemente a crise, já que estão há quase um ano sem trabalho e, por consequência, sem rendimento.
Segmento – Segundo a organização do movimento, o setor reúne mais de 1.000 profissionais, entre trabalhadores diretos e indiretos. Além dos proprietários dos estabelecimentos, o setor congrega músicos, garçons, seguranças, atendentes de copa e bilheteria, profissionais de sonorização e iluminação, decoração, limpeza, jardinagem e serviços em geral, contadores, além de engenheiros para projetos.
A atividade gera impostos e outros tributos nas esferas municipal e estadual e, também, gera renda no setor de comércio e serviços e até mesmo na mídia, com anúncios e propaganda. “A pessoa que vai na balada gasta com roupas, calçados, barbearia, salão de beleza, combustíveis, transporte… Quando tem shows nacionais, atrai pessoas de outras cidades, e aí tem renda para hotéis, restaurantes, enfim…”, observa Dj Djalma, que também está à frente da mobilização.

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