“Vamos conversar com empresas e ter reuniões com ministros”, conta Faria

CAROLINA ANTUNES /PR

Comitiva com membros do ministério embarca às 14h rumo à Suécia, Finlândia, Coreia do Sul, Japão e China

 Do R7
O ministro das Comunicações, Fábio Faria, afirmou nesta terça-feira (2) que vai embarcar com outros membros da pasta para conhecer a tecnologia 5G de países da Europa e da Ásia. A comitiva, que deixa o Brasil às 14h, vai visitar Suécia, Finlândia, Coreia do Sul, Japão e China.

Além de Faria, fazem parte da comitiva o secretário Victor Menezes, o secretário para assuntos estratégicos do governo, Almirante Rocha, além de três ministros do TCU (Tribunal de Contas da União), órgão responsável pela aprovação da empresa vencedora do leilão.

A aprovação da proposta de edital para o leilão de frequências do 5G pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) deve acontecer até o dia 24 de fevereiro, quando o presidente do órgão regulador, Leonardo Euler de Morais, deve trazer seu voto a respeito do tema.

Leia mais: Conselho da Anatel tem maioria para aprovar leilão 5G, diz governo

A principal frequência do leilão será dividida em 12 blocos de 80 MHz cada, como quatro de abrangência nacional e oito regionais. A expectativa é de que o leilão da frequência de telefonia e internet móvel de quinta geração aconteça ainda no primeiro semestre de 2021.

Ele ressalta ainda que, a pedido do presidente Jair Bolsonaro, fica estabelecida a criação de uma linha de transmissão dedicada para a administração pública e Forças Armadas. “Nós também iremos oferecer a outros poderes que queiram adquirir, como o Legislativo, Judiciário e a Procuradoria-Geral da República”, destacou.

Ainda de acordo com Faria, a escolha do operador da rede privativa será feira com base “em critérios técnicos e de preço”. “Se houver necessidade, faremos até alterações no decreto, porque quem vai administrar e operar a rede pode ser uma empresa privada ou pela Telebras”, garantiu.

A portaria para a implantação da rede para a administração federal com requisitos de segurança mais robustos não traz restrições à chinesa Huawei, líder do mercado.

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui