MARCO BERTORELLO / AFP

Imunizante é o primeiro a receber a autorização permanente no país. Compostos de Oxford e CoronaVac possuem aval provisório

 Do R7

RESUMINDO A NOTÍCIA
  • Vacina da Pfizer é a primeira do país a obter registro definitivo da Anvisa no país
  • CoronaVac e composto de Oxford estão sendo aplicados em caráter de uso emergencial
  • O registro permite a vacinação em massa e a comercialização do produto além do SUS
  • Aprovação ocorre após nove meses de negociações entre Pfizer e Ministério da Saúde
A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) concedeu o registro definitivo à vacina da Pfizer, que tem eficácia de 95% contra o coronavírus. O anúncio foi feito na manhã desta terça-feira (23).

A agência informou que analisou o imunizante por 17 dias e garantiu que o composto “do Laboratório Pfizer/Biontech teve sua segurança, qualidade e eficácia, aferidas e atestadas” (leia abaixo na íntegra).

A aprovação do registro ocorre após 9 meses de negociações entre a Pfizer e o Ministério da Saúde para a compra da vacina. O Brasil é o 71º país a aceitar o uso do imunizante da Pfizer, segundo o Our World in Data, um site de monitoramento da vacinação pelo mundo coordenado por cientistas da Universidade de Oxford. Vale lembrar que não há doses da Pfizer no Brasil.

A primeira pessoa vacinada no mundo contra a covid-19 recebeu uma dose do imunizante da Pfizer. Uma senhora de 90 anos chamada Margaret Keenan recebeu a aplicação na localidade de Coventry, região central da Inglaterra, em 8 de dezembro de 2020.

Quando um imunizante tem apenas o uso emergencial permitido, é necessário fazer um acompanhamento constante dos vacinados, além de ser proibida a venda para o setor privado – entenda as diferenças.

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